Um incêndio nos Campos Gerais do Quiriri, iniciado no fim de semana, deu bastante trabalho às equipes de segurança. O Corpo de Bombeiros recebeu o primeiro chamado telefônico por volta das 15h30 de sábado (30). Graças à agilidade do helicóptero Águia, da Polícia Militar, as equipes de bombeiros militares e comunitários, com seus equipamentos e acessórios, chegaram rapidamente às montanhas, iniciando o combate às chamas.
Não há confirmação oficial, mas o incêndio que atingiu os Campos Gerais do Quiriri teria iniciado nas proximidades da Pedra da Tartaruga, em Garuva, prosseguindo até os arredores da fazenda da Ciser, já em território campo-alegrense.
Conforme o tenente Tiago José Domingos, as condições dos campos de altitude, tais como a temperatura média por volta dos 10 graus e a umidade do solo local, são desfavoráveis ao início de um fogo naturalmente. “Não se sabe a causa do incêndio, mas a suspeita é de que foi ato humano”, relata ele, comandante do pelotão de Jaraguá do Sul, mas no dia do ocorrido atuando em Garuva, graças à alternância de oficiais na supervisão de unidades da corporação.
Ao todo, 16 pessoas atuaram no sinistro. Detalhe: não foi utilizado um único litro de água para conter os focos de fogo. “Foram utilizadas técnicas de combate a incêndios florestais, como sopradores, abafadores e batedores”, esclarece. O bombeiro conta que a aeronave da PM foi decisiva para o sucesso da operação. “O apoio do Águia foi imprescindível”, diz. Conforme ele, com o helicóptero foi possível deslocar-se de maneira organizada entre um foco e outro, permitindo o encerramento da ocorrência antes do anoitecer de domingo (1).
Confira mais informações sobre a ocorrência no jornal impresso desta quarta-feira (4).



