O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta vermelho de grande perigo para tempestades em Santa Catarina nas próximas horas desta quinta-feira (10). As áreas de maior risco estão principalmente no Norte do estado e em parte do Oeste.
O alerta, que representa o nível mais alto na escala do instituto, prevê condições para chuva superior a 60 milímetros em uma hora ou acima de 100 milímetros ao longo do dia. Também são esperados ventos superiores a 100 km/h e possibilidade de queda de granizo.
Segundo a Defesa Civil de Santa Catarina, as instabilidades devem se intensificar ao longo desta quinta-feira, com possibilidade de novos temporais acompanhados de granizo e rajadas de vento. As áreas próximas à divisa com o Paraná apresentam os maiores riscos.
Há risco moderado a alto para ocorrências relacionadas a alagamentos e enxurradas. Entre os possíveis impactos estão quedas de árvores e galhos, danos à rede elétrica e destelhamentos.
Ciclone
A situação deve continuar na sexta-feira (11). Conforme a Defesa Civil, a formação de um ciclone extratropical no litoral entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul dará origem a uma nova frente fria. A previsão indica temporais com raios, granizo e ventos acima de 90 km/h, principalmente nas regiões Oeste, Vale do Itajaí, Norte e Litoral Norte de Santa Catarina. Há possibilidade de tempestades severas.
O Inmet também havia emitido um alerta laranja para 227 municípios catarinenses, com previsão de fortes chuvas, rajadas de vento entre 60 e 100 km/h e queda de granizo. O aviso abrangia as regiões Oeste, Vale do Itajaí, Norte, Serra e Grande Florianópolis.
Orientações da Defesa Civil
Durante temporais e ventos fortes, a Defesa Civil orienta a população a permanecer em locais seguros, afastada de janelas e de objetos que possam ser arremessados pela força do vento. Em caso de chuva intensa e alagamentos, a recomendação é evitar a travessia de ruas alagadas, pontes e pontilhões submersos.
Moradores de áreas de encosta também devem ficar atentos a sinais de movimentação do solo, como trincas em terrenos, muros e paredes, além da inclinação de postes e árvores e do surgimento de água vertendo da encosta.
Com informações do portal G1.





