Na semana passada a Justiça voltou a negar pedido liminar do ex-vereador Ângelo Peschiski (MDB). Foi a terceira tentativa dele de anular o processo interno da Câmara de Vereadores que resultou na cassação de seu mandato. O ex-vereador segue alegando supostas ilegalidades no trâmite do processo interno, incluindo a Comissão Processante.
Com a liminar negada novamente, o processo volta para tramitação no rito normal do Judiciário. O foco dos advogados do ex-vereador está em tentar anular o processo de cassação por meio de possíveis equívocos cometidos pela Comissão Processante e pela própria Câmara. Até agora não questionou em nada as acusações quanto ao crime de “rachadinha”, o real motivo para sua cassação.
Entre os pedidos feitos à Justiça está até mesmo suposto abuso de autoridade pela ex-presidente Carla Hofmann (PSD) por ter negado alguns pedidos feitos por sua defesa à época, e problemas com a denúncia original feita pelo ex-vereador Mauro Oribka, a qual resultou na instauração do processo interno da Câmara. Até agora, todos os pedidos de Peschiski foram negados pela Justiça e internamente, no Legislativo, o caso é dado como encerrado.
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Até onde deu
Ângelo Peschiski empurrou até onde conseguiu o processo interno da Câmara, pois sempre foi dada como certa a cassação do seu mandato. Especialmente após a conclusão do inquérito da Polícia Civil, com indiciamento do ex-vereador pelo crime de “rachadinhas”.
Sua situação ainda foi agravada com os depoimentos dos ex-servidores indicados por ele, os quais confirmaram que faziam pagamentos regulares a partir de seus salários. Alguns até colocaram o dinheiro em envelopes deixados em lixeira da Câmara, onde depois o ex-vereador passava recolhendo.
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