“Harmonia em SC é exemplo para o país”

Julio Garcia destaca harmonia entre poderes e mantém meta de trabalho intenso da Alesc

• Atualizado 4 meses atrás.

O deputado apresentou números das atividades durante o ano (Foto: Jeferson Baldo/Agência AL)

O presidente da Alesc, Julio Garcia (PSD), fez um balanço das atividades legislativas nesta quarta-feira (17) e destacou a sintonia entre os poderes em Santa Catarina como um exemplo a ser seguido pelo país, em tempos de polarização e radicalização dos discursos. “Mostramos que, mesmo com pensamento divergentes e projetos distintos, podemos conviver em completa harmonia. Santa Catarina é um exemplo”, ressaltou, durante entrevista coletiva.

O deputado apresentou números das atividades durante o ano, elogiou ações como a “Alesc Interativa” e a criação das “Bancadas regionais” e ressaltou que a meta de não deixar nenhuma pauta pendente para 2026 foi alcançada. Ele ainda antecipou que mesmo com calendário especial no próximo ano, em função das eleições, a Alesc realizará o mesmo número de sessões e manterá o ritmo de trabalho. “As deliberações serão realizadas normalmente, sem qualquer prejuízo para a sociedade catarinense”, garantiu. “Vamos priorizar a nossa comunicação para que seja eficiente e só assim seremos melhor compreendidos”, afirmou.

Crítica
O presidente da Alesc apontou dois temas que, segundo ele, não avançaram como deveriam: infraestrutura e saneamento básico. “O governo não caminhou na velocidade desejada”. Citou a situação das rodovias em SC como “carentes” e classificou os números do saneamento como “vergonhosos”. Para ele, a saída para desatar estes nós são as parcerias público privada.

Candidatura
Mais uma vez Julio Garcia deixou claro que é pré-candidato a deputado federal em 2026 e voltou a desconsiderar qualquer possibilidade de compor a majoritária, como postulante a vice-governador. Perguntado se surgisse um convite, respondeu de pronto: “Se for convidado, responderei que sou candidato a deputado federal”, concluiu.

Dosimetria
A CCJ do Senado aprovou o PL da Dosimetria, com relatório do senador Esperidião Amin (PP), por 17 votos favoráveis e 7 contrários. Para Amin, “o texto é o primeiro passo para futura anistia”. Pela proposta, em crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático praticados em contexto de multidão, a pena será reduzida de um terço a dois terços.

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