Ex-vereadores de Rio Negrinho condenados no TJSC anunciam que vão recorrer por falta de provas

Condenação é por um esquema de cursos fictícios, as penas chegam a 36 anos
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• Atualizado 1 meses atrás.

Piska, Artemio e Osmar tiveram as penas mais altas (Foto: Divulgação)

Os ex-vereadores da Câmara de Vereadores de Rio Negrinho, condenados pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) a penas que chegam a 36 anos de prisão no esquema de cursos fictícios, afirmaram que vão recorrer da decisão. Procurados por A Gazeta para comentar a decisão, Artemio Corrêa e Arlindo André da Cruz disseram estar tranquilos, reforçaram que não cometeram irregularidades e destacaram confiança em reverter a condenação.

O ex-vereador Artemio Correa se disse tranquilo e que irá recorrer da decisão. “Sabemos que não fizemos nada de errado, então estamos tranquilos. Vai ser recorrido porque não fizemos errado e como que vai condenar se não tem prova nenhuma de que fizemos alguma coisa errada? Nem vereadores, nem funcionários, ninguém. Tudo foi feito dentro da lei. Nós não temos nada a ver com Tijucas (outra cidade catarinense envolvida no esquema dos falsos cursos)”, argumentou.

“Estamos de cabeça erguida e tranquilos, a mesma lei que condena, ela vai te inocentar também. Eu não sou contra a lei, sou a favor da lei, porque a própria lei que te condena, ela vai acabar inocentando você. A própria lei vai acabar mostrando que você tem um nome limpo. Estamos na paz e cheios de esperança”, citou ainda. “O juiz aqui de Rio Negrinho inocentou a todos nós, vereadores, funcionários, porque não há prova, não há crime, está tudo correto, tudo feito dentro da lei. Para condenar alguém tem que ter provas, e onde é que estão as provas? Não tem, nós não fizemos nada errado, fizemos tudo certo”, encerrou.

Arlindo André da Cruz, o Piska, também comentou sobre o caso e também disse que irá recorrer da decisão. “O juiz aqui já tinha dado absolvição para nós, porque ele entendeu que nós não devíamos nada. O Ministério Público representou, mas estamos tranquilos, estamos com a cabeça bem no lugar e sabemos da nossa inocência, vamos recorrer da decisão e temos certeza que vamos obter êxito, porque Deus não falha e quem não deve, não teme. A última palavra vem de Deus e Ele não deixa ninguém pagar se não dever. Nunca fiz alguma coisa errada, estou muito tranquilo e minha defesa já está sendo montada e vamos recorrer porque tenho certeza do êxito”, citou.

A Gazeta não conseguiu contato com Osmar Anton, mas o espaço segue aberto caso ele queira se manifestar.

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