Escola cívico-militar pode ser implantada em Serra Alta em 2026; veja detalhes

Apresentação da proposta à comunidade foi realizada na noite da última sexta-feira (28)

• Atualizado 8 dias atrás.

Cerca de 50 pessoas participaram na última sexta-feira (28) da audiência pública (Foto: Evaldo Cemin / A Gazeta)

Foi realizada na noite da última sexta-feira (28), no auditório da Secretaria de Educação de São Bento do Sul, uma audiência pública da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) visando à implantação de uma escola cívico-militar na cidade. A audiência foi solicitada pelo deputado estadual Marcos da Rosa, que está envolvido na implantação de escolas deste modelo em todo o Estado. Mesmo com a forte chuva que caiu no início da noite, mais de 50 pessoas compareceram à audiência.

Segundo Maurício Maia, que está coordenando o projeto em São Bento, a escola cívico-militar deve ser implantada no Colégio Frederico Fendrich, localizado no bairro Serra Alta, e deve atender a cerca de 300 estudantes dos anos finais do ensino fundamental, do 5º ao 9º ano. “Eu acho que seria o local ideal para que a Escola de Serviço Militar fosse instalada”, defendeu.

Segundo ele, haveria a necessidade de uma reforma nas instalações, a qual seria feita pelo Governo do Estado, e a intenção é implantar essa escola já em 2026. “Eu creio que, após essa audiência pública, e com a documentação que já foi enviada ao Governo do Estado e à Secretaria de Educação, através da Coordenadoria Regional de Educação, seja viável a implantação do Colégio Cívico-Militar para 2026”, prevê Maurício. Ainda, segundo ele, a escola funcionaria com professores da rede pedagógica do Estado, porém com a supervisão de militares da Polícia Militar.

Já o deputado Marcos da Rosa, que atua na Frente Parlamentar de Apoio às Escolas Cívico-Militares, afirmou que essa audiência pública é essencial para a implantação deste modelo de ensino na cidade. “Nós já estamos em contato com o governo do Estado e queremos a implantação da Escola Cívico-Militar aqui em São Bento do Sul, e uma das etapas é a audiência pública, onde iremos conversar com a população, para podermos implantar de forma democrática essa escola”, afirmou.

O deputado defendeu que o modelo veio pra ficar. “Pois reduz a violência verbal, violência patrimonial, violência física, melhora o IDEB, então é tudo de bom”, citou. Segundo ele, “é só a direção da escola, junto com a secretaria estadual, fazerem essa mudança pra escola cívico-militar, o que deve ocorrer o mais breve possível”.

Já o comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, Tenente Coronel Cremilson Veloso, citou que a Polícia Militar é totalmente favorável à implantação do Colégio no município. “Até porque, considerando que os militares que participam do processo no colégio são da reserva, não estão mais ativos, ou seja, não interferem no nosso efetivo diretamente”, lembrou. “Para nós, é muito bom que outros policiais estejam mais conectados à sociedade. E o Colégio Cívico-Militar é uma forma também de trazer valores que são muito bons para a sociedade”, finalizou.

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