Campo Alegre volta a sediar, a partir desta quinta-feira (4), uma das competições mais tradicionais do Mountain Bike (MTB) brasileiro: a Volta de Santa Catarina em MTB, válida pelo ranking nacional, em sua 26ª edição, com concentração na Associação dos Servidores Públicos (ASP). O evento encerra no domingo (7), ou seja, serão quatro dias de disputas marcadas por longos percursos, elevações consideráveis e alto nível técnico dos participantes. A equipe Coyotes/Fundação Municipal de Desportos (FMD) São Bento do Sul terá a maior delegação da competição, com nove ciclistas.
Já Ricardo Pscheidt, além de acompanhar a equipe são-bentense como técnico, vai disputar a prova representando Itapema. O ciclista são-bentense é pentacampeão da Volta a SC em MTB. Os mais recentes resultados obtidos foram o segundo lugar no ano passado, o terceiro lugar em 2024 e o título em 2023.
A competição começa com o prólogo, na quinta (4). Na prática, trata-se de um contrarrelógio de 11 quilômetros (km) em que os atletas percorrem o trajeto individualmente no menor tempo possível. O ciclista mais rápido assume a liderança geral da prova.
Na sexta-feira (5), a competição avança com uma etapa de 64 km e 1.675 metros de altimetria acumulada. O dia mais exigente da prova é a Etapa Rainha, no sábado (6), com a mais dura trajetória do percurso: 86 km, com 2.716 metros de altimetria.
O evento encerra no domingo (7), com mais 63 km e 1.765 metros. Ao todo, a Volta de Santa Catarina em MTB totaliza 225 km percorridos e 6.439 metros de altimetria acumulada. Estas distâncias foram estabelecidas para os atletas da Pro, enquanto os ciclistas da Sport têm quilometragens reduzidas.
UCI
O evento segue os regulamentos e normas disciplinares da União Ciclística Internacional (UCI), da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e da Federação Catarinense de Ciclismo (FCC).






