Permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Joinville o corpo da mulher que foi encontrado em meio a uma plantação de soja, em Fragosos, na tarde de segunda-feira (24). Existe uma grande possibilidade de se tratar de Lamya Seleneca, que vivia na comunidade Nova Galiléia, em Avenquinha, no interior de Campo Alegre, e está desaparecida.
Segundo o perito criminal Victor Boteon, da Polícia Científica de São Bento do Sul, ainda não saiu o laudo necroscópico. Em relação a identificação da vítima, existe a possibilidade de demorar um tempo. Conforme Victor, a mulher morava há dois anos no país, e não há prontuários datiloscópicos, não sendo retirada sua impressão digital no IGP e no Estado.
Desta forma, os dados foram solicitados à Polícia Federal, mas a instituição também não tem estes prontuários, pois a mulher ingressou no Brasil como turista, não sendo colhidas suas digitais. Como ela estava no país desde 2018, teria que ter deixado no Brasil em 2020, estando ilegalmente no país.
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Nova solicitação
Agora, foram solicitados os prontuários aos consulados dos Estados Unidos (onde ela morava antes de vir ao Brasil) e de Israel. “Estamos no aguardo das respostas para ver se a gente consegue esta ficha, senão o próximo passo para a investigação e identificação primária seria a comparação por meio de arcada dentária, e por fim, o exame de DNA, que seria um processo oneroso para o Estado e o mais demorado em ser realizado”, explica Victor.
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