Sábado, 5 de abril de 2025

Eleições 2026 já estão na pauta

Clima de campanha antecipada está presente em qualquer ato político

• Atualizado 28 dias atrás.

Por mais que o governador Jorginho Mello (PL) tenha dito que “quem quiser antecipar as eleições é porque não tem nada o que fazer”, o fato é que as composições visando o pleito de 2026 já estão em curso e o clima de campanha antecipada está presente em qualquer ato político. O próprio chefe do Executivo catarinense deixou transparecer esse movimento quando falou aos jornalistas na solenidade de posse dos novos secretários, ocorrida nesta quarta-feira (5), em Florianópolis.

O ato representou a ampliação de espaço do MDB no colegiado e concretizou acordo visando à sua reeleição. Se não de todo o MDB, pelo menos em parte. “Tenho certeza de que com o MDB, o PP e o Republicanos, que já estão no governo, faremos algo importante mais a frente”, disse o governador. Faltam quase dois anos, mas as peças começam a se mover no tabuleiro político.

Primeiro
O prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD) foi o primeiro a esquentar o clima de campanha, quando no dia 25 de janeiro, durante evento político em Itapema, lançou sua candidatura ao governo do estado, num encontro com mais 100 lideranças de vários partidos, muitas do PSD, mas também gente do União Brasil, Novo, além do MDB e PP, que estão em parte no governo.

Opções
Outras candidaturas também se formam. O presidente estadual do União Brasil e deputado federal Fabio Schiochet convidou o deputado estadual Antídio Lunelli para trocar o MDB e assumir a cabeça de chapa do seu partido. O presidente estadual do PSDB, deputado estadual Marcos Vieira, defende candidatura própria tucana e igualmente se colocou à disposição.

Esquerda
Postulantes da esquerda irão se apresentar logo, mesmo com o desgaste do governo Lula. O fato de Décio Lima (PT) ter chegado ao 2º turno em 2022 o referenda novamente. Apesar de ter apenas sete prefeitos em SC, todos em municípios pequenos, não se pode menosprezar o PT, que tem dois deputados federais e quatro estaduais, além da presidência da República.

Escola sem partido
Órgão Especial do TJ-SC declarou a lei da Escola Sem Partido inconstitucional, atendendo a recurso do PSOL, após sanção do governador Jorginho Mello (PL). A proposta da deputada Ana Campagnolo (PL) estabelecia a “Semana Escolar de Combate à Violência Institucional Contra a Criança e o Adolescente” que, na prática, institui o programa Escola Sem Partido na educação.


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