Foi durante uma consulta de rotina da pequena Maitê dos Santos Dufek, atualmente com sete meses, que a mãe Sheila Cristina Alves dos Santos foi orientada por um médico pediatra a realizar mais exames na filha que, segundo o profissional, apresentava alguma diferença na cabeça. De primeiro momento a mãe até imaginou que não fosse algo mais grave, mas durante uma nova consulta, no mês seguinte, foi solicitado a realização de um raio-x e, após consulta com uma profissional em São Bento do Sul, veio a indicação de um médico, desta vez de Curitiba.
“Consultamos com uma médica em São Bento do Sul e ela falou que o ideal seria uma avaliação com um neurocirurgião pediatra para um diagnóstico mais preciso. No dia 13 de dezembro, já em Curitiba, o médico diagnosticou que a Maitê tinha Cranioestenose – Escafocefalia, que é uma condição grave onde as suturas do crânio se fecham antes do tempo, impedindo o crescimento adequado do cérebro. Ele fez medições na cabeça dela e orientou que fizéssemos uma tomografia, que apenas confirmou o diagnóstico inicial do médico”, conta a mãe.
“Ela é pequenininha, então teria que estar aberto para o cérebro dela ainda crescer. A parte de cima da cabeça está totalmente fechada e ela precisa de uma cirurgia urgente, o cérebro dela está crescendo e não tem espaço para crescer para todos os lados. No caso dela, está crescendo só a cabeça dela para frente, na testa e atrás”, detalha Scheila.
“Se não fizer a cirurgia o quanto antes, Maitê corre risco de vida. O crescimento do crânio está comprimindo o cérebro, podendo causar hipertensão intracraniana, danos neurológicos irreversíveis, cegueira, convulsões e até levar ao óbito”, conta ainda a mãe, que buscou a cirurgia através do Sistema Único de Saúde (SUS) e, mesmo com pedido de urgência e emergência, a fila de crianças que aguardam tal procedimento tem mais de mil pedidos na sua frente.
Vaquinha
“Fizemos a vaquinha porque é um grito de socorro, estamos desesperados porque nunca sabemos como é que ela vai estar amanhã, hoje ela está bem, amanhã já não. É a saúde dela, a vida dela em jogo”, diz a mãe, que teme complicações mais graves. “A cada dia de espera aumentam os riscos e ela não pode mais esperar”, diz.
O custo da cirurgia é de aproximadamente R$ 160 mil e a família já reuniu pouco mais de R$ 26 mil no site www.vakinha.com.br/vaquinha/a-vida-da-maite-depende-dessa-cirurgia. Qualquer doação é bem vinda para auxiliar na busca pelo valor.
- WhatsApp: Participe do grupo fechado de A Gazeta.
- YouTube: Inscreva-se para assistir as matérias de A Gazeta.
Confira mais notícias no jornal impresso. Assine A Gazeta agora mesmo pelo WhatsApp (47) 99727-0414. Custa menos que um cafezinho por dia! ☕