Ao longo dos últimos 30 anos, o Jornal A Gazeta consolidou-se como o principal veículo de comunicação do Planalto Norte de Santa Catarina. Entre os profissionais que ajudaram a construir essa trajetória está Ricardo Otto, repórter que ingressou na redação em 1996 e testemunhou de perto as transformações do jornalismo impresso e digital.
Otto começou sua carreira no jornal pouco antes de São Bento do Sul sediar os Jogos Abertos de Santa Catarina (Jasc). Ele foi convidado pelo fundador de A Gazeta, Angelo Celeski, para integrar a equipe de reportagem. Sua primeira função foi cobrir esportes e segurança pública, duas áreas que acompanharam sua trajetória por quase três décadas.
Ricardo lembra com detalhes suas primeiras coberturas, especialmente dos Jogos Abertos de 1996, quando São Bento do Sul recebeu atletas de quase 100 municípios catarinenses. Um dos momentos marcantes desse evento foi a presença do Rei Pelé na abertura oficial.
Durante 20 anos, Otto também cobriu a Copa Gazeta de Futsal, que neste ano chega à sua 21ª edição. “Na área esportiva, fiz coberturas de praticamente todas as modalidades em nível regional, estadual e nacional. Algo bom, pois fiz muitos amigos”, destaca.
Além do esporte, Otto se destacou na cobertura policial. Ele acompanhou inúmeras ocorrências de grande impacto para a região, como acidentes de trânsito e operações policiais. Um dos episódios mais marcantes foi o acidente envolvendo um ônibus de Porto União, em 2015, que caiu na Serra Dona Francisca. “Naquela tarde eu estava na redação. Ouvi muito bem quando o primeiro caminhão de bombeiros (de São Bento) saiu, seguido de ambulâncias. O Leonardo Celeski, que era editor do jornal, entrou em contato comigo para que fôssemos ao local. Quando chegamos, tivemos que deixar o carro cerca de dois quilômetros antes do ponto do acidente para que os policiais rodoviários organizassem melhor o trânsito para a chegada das ambulâncias e veículos de resgate”, relembra.
Desenvolvimento
Ao longo dos anos, Ricardo Otto presenciou a evolução tecnológica do jornalismo. No início, as reportagens já eram escritas em computadores conectados em rede, mas as fotos ainda precisavam ser reveladas manualmente, após serem feitas pelas máquinas fotográficas. “Se um acidente acontecia no domingo à noite, por exemplo, corríamos para revelar as imagens o mais rápido possível para garantir a publicação no dia seguinte”, recorda.
Hoje, com o avanço digital, a redação de A Gazeta expandiu-se e incorporou as redes sociais como parte essencial da comunicação. Mesmo com as transformações no setor, Otto acredita na longevidade do jornal impresso e no sucesso do veículo de comunicação. “Acredito que A Gazeta tem vida longa, porque é muito bem dirigida. Temos uma competente equipe de repórteres, não só na edição impressa, mas também nas redes sociais, sempre trazendo em primeira mão os acontecimentos da região. A direção sempre soube inovar e manter a credibilidade do veículo. Com uma equipe comprometida e a expansão no digital, o jornal tem um futuro brilhante pela frente”, finaliza.
Leia a matéria completa no jornal impresso desta sexta-feira (21).
Em vídeo
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